Quarta turma do curso de Meliponicultura inicia atividades na Battre com foco em preservação ambiental
- Battre

- 29 de mai.
- 2 min de leitura
A Battre deu início à quarta turma do curso de Meliponicultura, formação voltada para a criação racional de abelhas da espécie Uruçu-sem-Ferrão e para a conscientização ambiental. Ao todo, 30 alunos participam desta edição, entre colaboradores
, moradores das comunidades do entorno do aterro sanitário, professores da rede municipal de ensino de Lauro de Freitas e representantes das prefeituras de Lauro de Freitas, Salvador e Simões Filho.
As aulas acontecem semanalmente, sempre às quintas-feiras, das 9h às 12h, na unidade da Battre localizada em São Cristóvão, onde a empresa opera o aterro metropolitano de Salvador. O curso tem duração de três meses e está dividido em dez módulos, sendo cinco teóricos e cinco práticos.
Durante a formação, os participantes irão aprender sobre manejo inteligente das colônias, multiplicação racional das abelhas, produção de mel, geoprópolis, cera e outros subprodutos, além da importância das abelhas sem ferrão para o equilíbrio ambiental e a preservação da biodiversidade.
Responsável pela formação, o biólogo e encarregado de responsabilidade socioambiental da Battre, Fábio Bastos de Santana, destacou o papel da meliponicultura na conservação ambiental e na proteção das espécies nativas.
“As abelhas sem ferrão têm uma relevância ambiental muito grande. Quando a pessoa cria essas abelhas, ajuda diretamente na preservação das espécies florestais, no equilíbrio climático e na oferta de alimentos. Além disso, a abelha Uruçu-sem-ferrão, que é a espécie trabalhada no curso, está ameaçada de extinção. Quanto mais criadores conscientes existirem, melhor para a preservação da espécie”, explicou.
A primeira aula também deixou impressões positivas entre os participantes. A aluna Açucena Pavanelli destacou o ambiente de aprendizado e a relevância do tema para a educação ambiental.
“Gostei muito da aula! Foi esclarecedora, fluiu num ritmo ótimo e a atmosfera foi incrível! É muito importante semear o conhecimento sobre espécies nativas, e as Meliponini são o veículo perfeito para isso, já que sua criação engloba aspectos da botânica e incentiva o estudo das relações ecológicas entre flora e fauna. Ansiosa para as próximas aulas!”, afirmou.
Já a aluna Diana Sharmila Kalina ressaltou a qualidade da formação e o entusiasmo despertado já no primeiro encontro.
“Gostei muito da nossa primeira aula do curso de Meliponicultura. Aprendemos muito já nessa primeira ocasião e Fábio, o nosso instrutor, é bem profissional. Conseguimos perceber que ele tem um grande conhecimento na área e ele quer ensinar tudo possível para que a gente fique pronto para executar um bom trabalho no final do curso. Com essa primeira aula, a minha curiosidade cresceu ainda mais sobre o tópico. O nosso grupo também é maravilhoso, estamos na mesma sintonia e ritmo. Parabéns e até a próxima aula.”
A iniciativa reforça o compromisso da Battre com a educação ambiental, a valorização das espécies nativas e o fortalecimento das relações com as comunidades e instituições da Região Metropolitana de Salvador.














Comentários