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Pânico, sirene e “incêndio”: o dia em que a Battre parou — e saiu ainda mais preparada

  • Foto do escritor: Battre
    Battre
  • 18 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Na manhã da quarta-feira (17), o aterro sanitário da Battre viveu momentos de pura tensão. O que parecia ser o início de uma emergência real começou de forma silenciosa… e terminou com lágrimas, mensagens aflitas no celular e uma grande lição coletiva sobre segurança e preparo.


Tudo começou com uma queda de energia inesperada no prédio administrativo. Em poucos minutos, a tranquilidade deu lugar à apreensão quando uma fumaça densa passou a tomar conta de uma das salas. Sem qualquer aviso prévio, colaboradores começaram a deixar o local às pressas, seguindo o instinto e, principalmente, os procedimentos de segurança aprendidos.


A situação escalou rapidamente. Um toque longo da sirene ecoou pela unidade, sinalizando uma ocorrência grave e obrigando todos a abandonarem seus postos de trabalho e se dirigirem imediatamente ao ponto de encontro. Aos poucos, equipes de outras áreas e prédios foram chegando, formando um cenário que mais parecia retirado de um episódio real de emergência.


O clima era de incerteza. Ninguém sabia exatamente o que estava acontecendo. Até que veio a revelação: tratava-se de um simulado de abandono de área com vítima inconsciente por inalação de fumaça, conduzido pelo time da Brigada de Emergência da Battre, com direito a incêndio fake e remoção de vítima.


A “vítima”, interpretada pelo Auxiliar de Controle Operacional, Cailan Figueiredo, foi retirada do local em uma maca de transporte, reforçando ainda mais o realismo da ação. O impacto emocional foi tão forte que houve quem chorasse e quem enviasse mensagens para líderes relatando o que acreditava ser uma ocorrência real.


Para Flávio Reis, Técnico de Segurança do Trabalho e membro da Brigada de Emergência, a experiência cumpriu exatamente o seu papel:

“Simulados como esse são fundamentais para que todos saibam como agir em situações de emergência. É nesse tipo de treinamento que a gente testa procedimentos, identifica falhas e garante que, se um dia for real, as pessoas estejam preparadas para agir com segurança e rapidez.”


Ao final do exercício, a coordenadora de QSSMA, Talita Aragão, reforçou a importância do simulado e trouxe uma reflexão que fez muitos repensarem suas atitudes: alguém havia sentido falta do Cailan? A pergunta escancarou um ponto essencial: cuidar do outro também é segurança. Estar atento aos colegas, perceber ausências e agir rapidamente pode fazer toda a diferença em uma situação real.


Quem viveu o momento garante: parecia tudo de verdade. A Analista de Controladoria Clarissa Ferreira foi uma das primeiras a reagir:

“Na hora, associei imediatamente a queda de energia a um possível curto-circuito. Quando vi a fumaça, não pensei duas vezes: saí do prédio e chamei meus colegas para irem comigo. Foi muito real, a gente realmente acreditou que era uma emergência de verdade.”


O simulado terminou, mas o aprendizado ficou. Mais do que um exercício, a ação mostrou que preparo salva tempo, atitudes salvam pessoas e segurança se constrói todos os dias — inclusive quando ninguém está esperando.



 
 
 

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